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sábado, 3 de março de 2012

"Era uma vez..."




"Era uma vez (esse texto pode ser uma estória ou história...depende da perspectiva de quem lê) um Coração muito maltratado. Por ele mesmo, já que é bom acreditar que a gente que "se deixa" levar até nossos limites, por mais perversos que sejam... Então, Coração ainda tentou reatar a antiga relação dele num dia qualquer ensolarado. Viajou para isso. Mas sem sucesso, resolveu que não devia mais tentar o quê não apresentava mais perspectiva alguma. Só que no meio disso tudo, Coração , sem querer, foi apresentado por um amigo a um Pião. Depois de muitas conversas por Gtalk e Msn, esse Coração olhou para si próprio e disse: "Meu Deus, estou amando". Sim, porque o Coração sempre acreditou que a  gente ama primeiro para depois se apaixonar. Porque o amor quando vem é cheio de verdade, sinceridade, amizade, companheirismo e admiração. Já a paixão vem com desejo sexual, com o beijo esperado, o abraço apertado, a cama desejada, o resvalar de lábios quando ainda não sabemos como será o que desejamos por tanto tempo, por tantas conversas... 

Coração tomou coragem, passou por cima do medo de se machucar e foi até o Pião. Marcou com ele em frente ao mar...de um azul esverdeado, de uma esperança incrível. De repente Pião chegou. Com um jeito envergonhado, com o rosto pegando fogo de tão vermelho. Coração só fez olhá-lo pela primeira vez e pensou " É o meu outro coração de vida...é a alma que eu tanto procurei".  E foram comer empadas, conversar, trocar ideias. 

E esta " dança do acasalamento" durou um mês, porque Pião tinha coisas a resolver de sua vida passada. E Coração teve paciência porque sabia que teria aquela alma junto da sua. Depois de um tempo, quando Coração voltou e viu Pião , os dois se abraçaram e viram que dali nasceria um amor lindo, regado de frases, sonhos, afeto, carinhos, amizade e confiança. E a vida de Coração e Pião foi tomada por uma energia tão boa que NADA afetava aquela troca. Eram temakis, churrasquinhos, cervejinhas, muito vinho, muito amor, muito. 

De repente, pessoas ruins conseguiram separar Coração e Pião. Como se fosse uma árvore caindo na Amazônia por uma serra entupida de inveja e vingança. Tudo foi ao chão. Tudo se perdeu em menos de 12h. TUDO!  E Pião se perdeu...rodou, rodou e continua rodando. Já Coração, tentou de tudo. Esperou, entendeu, explicou, embasou todas as suas informações, tentou até fazer Pião acreditar em coisas que nunca antes ele podia imaginar que existiam. E essa história ou estória começa a chegar a seu fim. Coração ainda não sabe qual. Pião muito menos. Já que Coração consegue deixar mais que claro seu amor, seu desejo, sua agonia que o leva a uma tristeza diária quase. E nisso, Coração começa a observar a mudança abissal de Pião. Desde a simplicidade até a uma nova e indesejável aspereza e insensibilidade. 

E é exatamente por isso que Coração hoje anda cansado, quase fechando a porta das suas forças. Porque ele precisa receber de volta o carinho, o amor e a atenção que ainda dá a Pião. Porque a esperança é uma característica que ainda segura o sentimento de Coração...mas  o coração do Coração já está tão machucado, tão inseguro, com tanto medo de tudo que possa acontecer e magoá-lo ainda mais que acha que o Pião que ele tanto ama, vai rodar para muito...muito longe dele... 

Fim... 

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Tem horas...



Em muitas coisas eu não uso de racionalidade. Prefiro sofrer até a última gota para , finalmente, entender que eu estava errada no que queria, pensava ou desejava. Tenho opinões fortes quando não deveria e falta delas quando minha alma mais precisa. Sim, tenho 41 anos de acertos, desacertos, comunhões, encontros, perdas...mas não tenho um só ano neste tempo todo de vida de medo de errar. Não! Eu posso estar completamente errada, mas o medo não me fragiliza, não me congela. Ele só faz me dar mais força para ir em frente e ver no que dá. Por isso, hoje paro e vejo que tenho arrependimento zero na minha estrada. Tudo que fiz e que ainda devo fazer, será com consciência que prefiro ter tentado a remoer meu travesseiro pensando "e se...". 

Só que tem horas que a gente vê de diferentes formas, prospecta outras coisas para nossas vidas e necessariamente isso não quer dizer desistência. Isso quer dizer, aceitação. Talvez uma aceitação tardia, mas ainda assim uma consciência tranquila te preenche de uma forma...de uma forma que não sei explicar MESMO...

E tudo é tão simples... tenho passado por coisas até um pouco sérias em minha vida particular que me levam a pensar que tudo é muito simples. Que tudo poderia ser compreendido de outra forma, visto por outro ângulo. Tenho a mania de dizer a amigos que tem algo de ruim que aconteceu: " Fulano, veja por esta outra perspectiva". Aí tá lá a Adriana meio psicóloga colocando um outro ângulo de visão na mente da pessoa. Ou tentando, o que já é de bom tamanho. 

De verdade é isso....vi um filme há pouco " Os Descendentes" com Clooney que explora muito isso. Quanto tempo a gente perde brigando, odiando, desprezando amores, agindo impetuosamente quando na verdade, se parássemos e víssemos que tudo pode ser resolvido em uma boa conversa, um abraço, a nossa vida seria diferente. E vocês acham que eu me comporto assim? Ooooo sonho meu... não me comporto ainda. É por isso que acabo desabafando nesse meu espaço que é tão meu...e que consigo compartilhar e receber comentários tão legais, tão reflexivos... 

O que vale entender de tudo isso que disse acima é: repense TUDO. Pode ser que não dê tempo de dizer "eu te amo" quando seu coração mais precisar disso... o tempo urge...o tempo passa...o tempo é 'mandão"...ele define, ele diz , ele orienta, ele designa... Não percamos tempo... 

E para embalar os pensamentos... Marisa Monte...linda, linda música...


Inté folks

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

De volta....



Tempos que não passo por aqui. Para escrever, porque estou sempre voltando para ler meus pensamentos que estão ordenadamente colocados nesse meu cantinho. Ultimamente ando pensando que é tudo muito rápido, urgente, sem demora. As coisas podem acabar em um estalar de dedos, da forma mais estranha que você sequer possa ter imaginado. Nada de drama, apenas realidade. A gente luta tanto por tantas coisas que as vezes, não querem dizer nada no nosso futuro, aqui dentro da gente. 


O carnaval me serviu para pensar que tudo pode estar errado. Que as coisas podem não ser exatamente do jeito que eu quero e nem por isso estarem erradas. Por vezes, nós nos trancamos num desejo, em uma não-conformidade com algo que esquecemos de olhar para o mundo. E ele tá aí, cheio de coisas novas a cada manhã. 


Não, isto não é um texto de auto-ajuda. E sinceramente? Nem sei se consigo segui-lo quando acabar de escrevê-lo. Apenas, no meio de uma segunda entupida de trabalho, me vejo na total necessidade de parar e desabafar que tudo pode. Sim, tudo pode, tudo deve, tudo é certo. Desde que você não ultrapasse o limite do outro. Só que no meio deste "sim pra tudo", chega uma hora que os limites de cada um de nós explode! Apenas faz "bum"!  E não vejo nada que consiga desfazer o tal "bum".  Não é porque algo externo ajudou...não. É porque o seu desejo foi tanto e tão rechaçado, que o seu espelho (exterior e interior) diz que não dá mais pra você.... e aí qual a saída? Entregar os pontos! Mas com a cabeça erguida...nem tudo você pode ter. Por mais que você queira, deseje, sonhe...nem tudo pode vir para sua mão.  Por mais que você tenha se comportado da melhor maneira possível, que tenha tentado fazer tudo certinho, uma hora seu limite acaba. Estoura. Explode. 


Por que? Porque você não pode se maltratar tanto...você tem que viver, que sorrir, que transbordar de vida tao somente. É só isso que Deus exige da gente. NADA que você queira e não consiga, não é Ele que barra. É a vida te dizendo que tem muito mais pra ti ali adiante...


Ótima tarde e finalmente to de volta a meu espaço....


quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Em Obra






Hoje eu vi a cena de Adriana Esteves e Cassia Kiss na novela das 19h  e me emocionei tanto, tanto...mas meus olhos estão secos.  Estou fazendo uma obra grande de manutenção em casa...canos que não valem mais de nada, piso que estufou, infiltrações e tudo mais. Estou numa correria louca com isso, com trabalho e com outro grande problema muito particular meu... E agora vendo essa cena que me emocionou tanto por dentro, mas que infelizmente não consegui expressar. Será que minhas lágrimas secaram? Será que meu amor pelas pessoas, pelos cães, pela minha futura horta....diminuiu? Não sei dizer a vocês.

Por MUITAS vezes a vida nos endurece, nos amansa, nos acarinha. Estou naqueles momentos de “ a vida me endurece”.   Hoje mesmo falei à minha irmã de coração (Renata) que quero focar no meu trabalho, que tenho muito ainda a  fazer. Tenho muito a construir para provar a mim mesma que eu posso, porque sou boa no que me predestinei a viver. Não me importam reviravoltas, vinganças, sentimentos ruins, mostrar qualquer feito a qualquer pessoa nesse mundo.  O que me importa agora é viver a minha vida para mim, pelo meu sorriso, pela minha paz interior, para que eu consiga tirar esse jeito duro que vem me acompanhando... porque sei que sou embebida em amor. Adoro acarinhar, ser afetuosa, colocar no colo todos que amo e a pessoa que escolho para dividir e compartilhar o que chamo de “nossa vida”. 

A obra em casa, acabou fazendo uma obra aqui dentro. Me refazendo pensar sobre o quê realmente quero, se vale à pena qualquer sentimento de vingança que eu tenha, se vale à pena tanto de negativo que possa passar pela minha cabeça.  Eu tenho uma mãe de 78 anos...pequenina, fofa... eu não sei quanto tempo ainda de amor que eu posso dar à ela...não conhecemos nosso tempo. E eu quero me estabilizar agora, me equilibrar para dar amor a quem REALMENTE merece meu amor... Li uma frase no Facebook de uma amiga que diz: "As pessoas que você precisa em sua vida são aquelas que provam que precisam de você na vida delas."

Ótimo fim de feriado para todos nós e que Nossa Senhora de Aparecida me acalente o coração e me remeta à paz espiritual...e a todos vocês , claro!  Inté folks!

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Quando é amor...apenas é!




Para quem não acompanhou a série “Sex & The City”, deixe resumir a história central.  Carrie (a principal) se apaixona por Mr. Big.  Um cara que a enrola por longos seis anos.  Quando ele se toca que é ela que é a mulher certa de sua vida, corre atrás. Só que agora, Carrie está namorando e se muda para Paris... No dia da viagem (que até então, Mr. Big não sabia), ele chega para reconquistá-la definitivamente... E o texto é o seguinte...


Big: Podemos sair amanhã então...

Carrie: Não posso. Hoje vou para Paris...

Big: Paris? Uau! Finalmente você vai tirar férias!

Carrie: Não são férias. Vou me mudar com o homem que estou namorando. Eu estou feliz, ele é maravilhoso. Acabou entre a gente...Adeus.

Big: Ei, ei..espere...como assim “adeus”, Carrie?

Carrie: Simples...adeus

Big: Você vai mesmo morar em Paris? Quando ia me contar?

Carrie: Você tem algum tipo de radar? Toda vez é isso!  “Carrie está feliz! É hora de estragar a felicidade dela”

Big: O que? Não, não. Olhe, eu vim aqui pedir perdão. Porque eu sei agora que errei. E você e eu...

Ela o interrompe aos berros

Carrie: “ Você eu eu”?  Não existe isso!  Você não pode fazer isso comigo de novo. Você não pode brincar comigo assim!

Big: Carrie, escute...agora é diferente...

Carrie: Ah sempre, toda vez é diferente!  Por seis anos, sempre “ia ser diferente”. E nunca foi!  Eu desisto!  Esqueça meu número de telefone...na verdade, esqueça meu nome!  Esqueça que você sabe qual é meu nome..

E ela vai embora e o deixa perplexo na rua... Dias depois, uma das três grandes amigas de Carrie, vai até o antigo apto dela. E ouve as mensagens na secretária. E existe uma de Big dizendo o seguinte:  “ Oi ..sou eu. Sei que você me disse para não ligar mais. Mas ainda estou em NY e nem sei se você vai ouvir isso, mas eu precisava falar. Percebi, depois de tudo que fiz, que neste momento não tenho nada a perder...a não ser você. Eu não posso perdê-la de novo Carrie...eu amo você.”   Charlotte, a amiga de Carrie, emocionada liga para Big marcando um encontro para conversar. Ele vai e dá de cara com as três grandes amigas reunidas...

Big: Bom, eu sei que vocês não gostam muito de mim. E só Deus sabe quantos erros cometi com Carrie. Estraguei tudo, muitas vezes, eu sei disso. Só que agora eu peço o conselho de vocês. A conhecem mais que qualquer outra pessoa no mundo. Ela está em Paris eu sei...namorando.  Mas eu amo..agora eu sei. E se vocês me disserem que eu tenho alguma chance, uma única que seja, eu vou até Paris.  Percorro a cidade até achá-la. Faço qualquer coisa.  Mas se vocês acham que ela está realmente feliz...eu não quero estragar isso, a felicidade que eu não soube dar à ela quando pude... E não insistirei.

Amigas: Vá pegar nossa garota de volta!


E logicamente, ele vai até Paris e resgata Carrie de uma relação que ela “supunha” que estava feliz.  Conclusão disso?  Quando é amor...daqueles de verdade, de alma, de coração, de corpo, de mente, espiritual... ele vence TUDO! Em alguma hora , a pessoa que está errando e colocando tudo a perder por várias vezes, vai se tocar...a ficha vai cair. E sempre vale à pena deixar espaço para um sentimento de verdade...sempre...

Aí embaixo eu pus um vídeo da última cena de Carrie...quando ela já foi resgatada por Mr. Big, já está de volta a NY e amando muito seu grande amor de volta em sua vida...







"Comecei a pensar em relacionamentos...Existem aqueles que te levam a um mundo exótico e diferente. Existem aqueles que não são novidade.  Ainda aqueles que te enchem de perguntas. Aqueles que te levam a um lugar completamente inesperado. Aqueles que te levam longe do lugar onde você começou.  E aqueles que te trazem de volta... mas o mais empolgante, desafiador  e significativo de uma relação, é aquela que você tem consigo mesma.  Por isso, se você encontrar alguém que ame “o você que você ama”...isto sim é maravilhoso!"

Não vou fugir...





"Dessa vez não vou evitar dizer o que está na minha cabeça só porque eu sei que minha mente geminiana vai negar no dia seguinte, não fugirei de palavras bonitas porque quem diz não é uma pessoa perfeita, não arrumarei mil defeitos pra brigar contra as novecentas e noventa e nove qualidades, não desviarei meus olhos por medo de ter minha mente lida, não sumirei por medo de desaparecer, não vou ferir por medo de machucar, não serei chata por medo de você me achar legal, não vou desistir antes de começar, não vou evitar minha excentricidade, não vou me anular por sentir demais e logo depois não sentir nada, não vou me esconder em personagens, não vou contar minha vida inteira em busca de ter realmente uma vida.

Dessa vez não vou querer tudo de uma vez, porque sempre acabo ficando sem nada no final.Estou apostando minhas fichas em você e saiba que eu não sou de fazer isso. Mas estou neste momento frágil que não quer acabar. Fiquei menos cafajeste, menos racional, menos eu. E estou aproveitando pra tentar levar algo adiante. Relacionamentos que não saem da primeira página já me esgotaram, decorei o prólogo e estou pronta pro primeiro capítulo. "

Obs.: É um texto de Caio F. Abreu...que eu amo... E troquem o geminina por escorpiana, por favor, rsrs... E eu nunca nego no dia seguinte... =] 

quarta-feira, 14 de setembro de 2011





Momento 1 do filme :  Ela deixa um recado no celular dele antes de ir para o hospital... “Oi..sou eu. Não achei que isso ia ser tão difícil. Agradeço a Deus por você ter aparecido em minha vida. Porque você me mostrou como ser a pessoa que eu sempre desejei ser. E nem mesmo estou te desejando crédito suficiente, porque até te conhecer, eu não tinha ideia de quem eu poderia ser. Então, se cuide e tente não se apaixonar de novo, jamais... Sim, eu to brincando. Mas eu te amo...”

Momento 2 do filme: (ela já desencarnou e fala para ele) “ O que eu não daria para experimentar só mais uma vez...Para sentir aquela sensação incrível de estar viva...quando ele me via”

Não preciso falar para vocês que chorei litros. Mas o filme, como um todo, é tão parecido com minha vida , neste momento dela.  Quando você menos acredita que pode amar de novo, porque vem machucadíssima de uma relação anterior, ei-lo...o amor na sua frente. Isso aconteceu comigo há dois anos. E eu quase me neguei a acreditar que podia amar e ser amada novamente...mas briguei comigo mesma e consegui. O filme é mais ou menos isso ... uma pessoa que descobre um problema de saúde e no meio do turbilhão, encontra o amor real...de verdade...daquele que a gente quase toca de tão real que é...  Antes ela se esquivava de todos por puro medo de sofrer. Daí encontra esse cara... e é lindo o jeito que ela consegue bradar aos 4 ventos que o ama. Lindo. Primeiro ela o rejeita , por causa da doença, por causa do medo de sofrer...depois ela se toca se ainda tem um tempinho aqui na terra, tem que ser com um amor de verdade, real, completamente sintomático.

E é isso... Ontem conversava com uma amiga, uma nova amiga, e falava: “ Não sei o quê exatamente muda dentro da gente...mas a cada fase de nossa vida que não acaba bem, algo muda. Algo se trinca, algo esmorece. Mas não quero jamais perder a minha essência...que é amar despudoradamente. Sem entraves, sem enlaces com o passado e com o quê o passado possa ter me causado. Não consigo imaginar a Adriana sem amor...ou simplesmente vivendo uma relação sem tantas emoções, sem muitos sorrisos internos.”  É exatamente isso...quando você entra em uma relação só porque “aconteceu” e com o tempo vê que nada casa, porque seu amor ainda existe lá dentro... como faz? Não sei... eu não sei. Adoraria explicar isso para vocês do jeito que eu entendo ou tenha vivido, mas não sei... Apenas posso dar certeza que NUNCA  entrei em uma relação para fugir de alguém , porque “aconteceu”, porque agora é o que eu “acho” que quero pra mim... Independente da pessoa folks...não se trata aqui DA pessoa nova. De forma nenhuma. Ela pode ser fantástica...mas mesmo sendo tudo de bom, o que representa sua essência, o que você realmente sente aí dentro, é outra pessoa. E ninguém (pre)enche lugar de ninguém... Tudo é um ciclo.  Enquanto o amor não dá a volta completa em torno de si mesmo, ele fica ali...te lembrando que existe, que não quer morrer, porque ainda tem que viver.

That’s all folks...  

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

E quem tem medo de romance?





"Uma das melhores coisas de se viver em NY, é que você não precisa adoçar seus sentimentos.  As nova-iorquinas se acomodaram a uma vida sem gosto? Aceitamos Tasti Light ao invés de sorvete de verdade...e-mails em vez de canções de amor...piadas em vez de poesias... Por isso não conseguimos enfrentar o romance que surge em nossas vidas?  É algo que aprendemos a digerir ou nos tornamos alérgicos a ele? "

(Carrie, em The Sex & the City)

Sempre revejo a série e me pego em certos comentários e frases de Carrie... este pensamento foi um deles. Hoje em dia conheço algumas pessoas que tem sim medo de romance. E outras pessoas que lidam com um amor com total falta de romance. São duas coisas bem distintas, mas será que lá no fundo não são iguais? Será que as pessoas que não incluem o romantismo na relação não tem a mesma visão das que tem alergia a romance?  É uma pergunta de várias respostas, creio...

O que eu acho? Que adoro um romance, adoro uma relação e sinto falta quando não tenho em minha vida. Claro que estou falando de pessoas incríveis (do jeito que eu acho incrível o ser humano), que acabam por representar MUITO em minha vida. É aquela pessoa pela qual eu consigo fazer de um tudo nessa vida. É esta pessoa que quando encontro, tenho vontade de dar todo meu maior romance.  Porque como disse ontem: Amar é e será sempre necessário...além de muito bem vindo! 

That's it folks....

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Eu quero “poder comprar meus sapatos”




As diferenças são inúmeras entre eu e minha vizinha...entre você e eu...entre eu e Timóteo Cabral de Cordel Encantado... inúmeras diferenças. E quando a vida segue, você acaba por mudar. Coisas que você disse que jamais seria ou faria...alááá você fazendo! E é normal, é absurdamente “curso do rio”. A gente muda! Graças aos céus!

O que realmente me incomoda é a total falta de sensibilidade de algumas pessoas.  Se eu não tenho filhos (não foi por falta de “querência”) e posso comprar sapatos, porque eu sou vista como “aquela que não tem vida séria”?  Só porque eu   não tenho que comprar fraldas e posso comprar sapatos? Existe um equilíbrio de pensamento nisso? Ou só eu que estou invocada?

Ter uma nova vida, não quer dizer que você tem uma vida mais difícil ou dura que a minha. E vamos partir do pressuposto que eu NÃO QUERO ter uma vida mais dura do que a de ninguém. Muito pelo contrário. Mas algumas pessoas gostam de se sentir sempre no lugar de “coitadas/vítimas/eu me viro pra viver/”.  E resumem isso com : minha vida é muito mais séria que a sua... Ah tá...tudo é medido a partir do momento que você assume responsabilidades diferentes das minhas? E quem disse que você sabe quais são as minhas responsas diárias? 

O que pra mim é fútil, para você é super importante! E vice-versa. Infelizmente... Ou não...talvez sejam essas diferenças que, por outro lado, juntem tantas pessoas que vivem histórias lindas. E falo de amigos também...não só de relação amorosa. Só que estou tratando do que é importante pra mim e não é pra você....do que é importante pra você e que se trata de futilidade pra mim... Tem que existir respeito, eu acho. As várias e inúmeras diferenças tem que ser respeitadas. Então, deixem-me comprar meus sapatos enquanto alguns de vocês se preocupam com o material escolar do filhote... E quem te garante que eu não queria o inverso dessa situação?  

Obs que cabe aqui: o lance dos sapatos e filhos foi só uma metáfora para exemplificar o que eu queria falar... Não, eu não estou apaixonada por nenhum par de saltos. Apesar de adorá-los!  =] 

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Indico

 


 Sim, todos vocês sabem que AMO séries. E como ando morta de saudades de Friends e Sex & the City, me resta procurar outras.  A Teen Wolf é adolescente, mas é tão fofinha. E adoro coisas de vampiros, lobisomens, bruxas e afins.  Alphas já é meio super-herói, mas mexe muito com a psiquê humana. Vale... E Harry's Law é fantástica! Séria, engraçada, autêntica.... Tá que adoro séries de advogados, então desconfiem de mim....mas vale mega à pena!





 

domingo, 28 de agosto de 2011

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Paixão e amor...




Ontem pensei muito nisso: você ama e se apaixona depois ou vice versa?  Não dá para bater um martelo. Não mesmo!  Vivi duas relações com as quais amei antes de me apaixonar. Estranho ne? Mas foi... Duas pessoas que amei de cara (modo de dizer...demorei um tempo). Se eu pensava em cama? Sim, claro, mas não era o que me conduzia na verdade. O que me levava aquelas pessoas era o sentimento, o papo, a confiança, a vontade de confiar todos os meus pensamentos. Quando conheci, quer dizer, quando olhei frente a frente que as borboletas foram voar dentro do meu estômago. Aí eu vi que estava apaixonada. O que me uniu aquela pessoa foi amor mesmo. Por mais louco que possa ME parecer , foi isso que aconteceu por duas vezes em minha vida.  E foram os relacionamentos mais fortes que tive até hoje... tempo não é o caso, mas intensidade é o que conta. Entrega, companheirismo, amizade, cama, tudo... Definitivamente foram os melhores relacionamentos de sempre...

É engraçado como a gente tem o costume de misturar e não entender muito bem quando estamos apaixonadas ou amantes ... Por vezes é mesmo!  Na minha vida quando paro pra pensar: “ Ain Deus, não sei viver sem essa pessoa”, já vou catar um médico. Porque to doida! Sempre vivi sem? Por que não vou conseguir agora? É transmissão de gene é? Sem lógica isso. Posso falar sim: “Ain Deus, vai ser MUITO difícil continuar sem essa pessoa até que TUDO MORRA aqui dentro”.  É fato... você lembra de cada cantinho da relação, de cada sorriso, de cada gargalhada. É uma merda, fato!

E paixão é coisa que acaba ne?  Não venham me dizer que você consegue levar uma relação super de boa porque está super na paixão! Ahhh, não consegue! Paixão termina no primeiro problema que você não consegue superar do outro. É simples e claro como água... E também acho que só amor não segura nada.  Você tem que estar apaixonado por quem ama meu povo! E o tesão que é bem associado à paixão? Como e onde fica? Eu gosto de estar apaixonada e amar aquela pessoa ali. Isso me completa. Não o outro...esses dois ingredientes do bolo que fazem minha festa aqui dentro. Tanto que quando a pessoa me decepciona, a primeira coisa que acaba é a paixão.  Logo depois a admiração que vem muito ligada ao amor. A gente admira quem ama...se não, não ama, concordam? Não somos nós que matamos o amor necessariamente. É a pessoa que amamos que vai escondendo “minas explosivas” no caminho. Infelizmente...

Papo estranho pra segunda..deveria ser pra domingão...but.. Inté folks! 

terça-feira, 28 de junho de 2011

Auto-estima? É com a gente!




Estima é uma coisa que eu, particularmente, necessito das pessoas que amo. E a auto? Devia ser um item obrigatório dentro de todos nós. Porque veja, se você não se ama, não se cuida (de um jeito que nenhum amor ou mãe ou amigo vai conseguir fazer), quem vai fazer isso por você? Ninguém! Acorda meu povo!

O mais legal disso é quando você consegue aumentar essa estima sozinha. Explico: sem necessidade de ninguém dizer que você está mais bonita hoje, que você está mais inteligente agora...blabla! O interessante, a meu ver, é quando você sozinha (minto..junto com Deus) consegue rever tudo que anda de errado em sua vida. Tudo que anda criando obstáculos para que você se sinta tudo de bom para si mesma! 

Passei por N coisas na adolescência/juventude. Coisas que poderiam me marcar para sempre...quase acabar com minha auto-estima. Só que nunca me "agarrei" a estas coisas chatas para que minha vida circulasse em volta delas. O fato é que, se realmente tivermos vontade aqui dentro, vamos conseguir sim uma auto-estima imensa sem ajuda de terceiros. 

Hoje em dia, depois de tanta coisa acontecendo ao mesmo-tempo-agora na minha vida, vejo que este é o melhor caminho para que minha auto-estima seja uma coisa que era visita e virou hóspede! 

Inté folks! 

Estão valendo as dicas...





Sou uma cinéfila convicta!  Vejo filmes sempre e gosto de coisas que realmente me digam algo... Estes dois, me disseram horrores! "Sem Limites" mexe muito com o nosso desejo (que todos temos, não mintam para si mesmos) de sermos melhores do somos! Falo de profissional, ganhos e afins. Me fez pensar se tudo vale à pena mesmo...se algumas coisas não podem ser revistas de uma maneira menos "ambiciosa". Por mais que eu não me sinta uma psicopata que passa por cima de todo mundo... Vale à pena!

O segundo com o meu amado Al Pacino trata de um assunto completamente diferente, mas que não foge ao mote de "viver melhor a vida": eutanásia! "You don't know Jack" poderia ter menos uns 40 minutos de película, mas diz MUITO a que veio. Trata do direito de suicídio em um caso de doença terminal. Espetacular. Fora a atuação absurda de Pacino, participação luxuosíssima de Susan Sarandon..

Ótimo cinema para vocês, folks! 

terça-feira, 17 de maio de 2011

Uma solidão que não se explica...



Sempre fui uma pessoa que gosta de ficar só. Meio irritadiça, meio sem saco, sou daquelas que ADORAM ficar sozinhas em casa. Quando digo sozinha falo 100%: sem internet, msn e afins. Gosto de "ouvir o barulho do silêncio" , como falaria a Moça da Cantiga. Gosto de ficar quietinha...vendo minhas séries (sim, sou fanática), lendo livros ou dormindo.  Só que nestes últimos dias uma gripe me tirou da linha... 

A dor de garganta, a febre, a moleza, o dengo...e eu só. Queria tanto um cafuné, um dengo, um colo, uma conchinha...Vem me dando uma angústia de ficar só...não quero me sentir nem estar só. Não tenho medos absurdos de dormir sozinha (por enquanto ainda não to com eles). Tenho medo de não ter com quem conversar quando mais preciso...como agora. Ia sair, desisti...to aqui entregue ao vazio de mim mesma. Tem gente que acha isso tudo de bom, porque é legar para pensarmos, analisarmos tudo em nossas vidas e blabla...mas outras não. Cheguei à conclusão que afastei alguns amigos (ou vários deles). Aí fiquei um período saindo para todos os cantos , todos os dias...para acalmar a minha fome de sorrisos. Acalmei...hoje estou de novo me sentindo só...

Lembro que comentei na hora do almoço com uma amiga que o momento que mais me dói, são os momentos de alimentação...Como cozinho, fico la, sentadinha numa bancada, conversando mentalmente com a TV.  É estranho, sem muito nexo... estou "metida" em uma fase só sem querer estar nela!  Não tenho nenhum problema de dormir só...nenhum! Mas tenho problema em não compartilhar...por isso que sou uma mulher de relacionamentos de longo tempo. Gosto de cuidar por um loooongo tempo...gosto de compartilhar um café da manhã, um jantar (porque almoço quanse sempre é na rua)... 

Sou uma mulher de amores longos, amizades diárias e sentimentos fortes...

Ótima noite folks!

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Por vezes...




Por vezes eu custo a entender certas situações e “comprometimentos” que a vida tem conosco. Difícil desapegar, desligar, ligar o “off” de coisas que nos parecem tão importantes. Aí a gente luta, luta, corre atrás, tenta provar por A + B para nós mesmos que aquilo ali é que vai te dar todos os sorrisos do mundo. Mas, do nada, você repara que não está dando não...pelo contrário. E sabe quando você nota? Quando você olha para o lado e dá um vazio...quando você chega em casa mega cansada do trabalho e tá tudo oco, quando poderia estar entupido de aconchego... quando uma simples gripe te faz ver e sentir o quanto a solidão “direcionada” está tomando conta de você.  Sabe quando a garganta dói e você só quer “aquele colo”?  Nestes momentos que dá uma tristeeeeza..além da que já te consome horrores. Mas uma tristeza profunda porque ela te faz ver que a linha final ta chegando. Que suas tentativas, todas elas, foram vencidas por um terceiro desejo...um desejo externo, malévolo, egoísta, completamente ruim... Um desejo que conseguiu (até agora) fomentar toda e qualquer tentativa  de voltar ser feliz dentro daquilo que foi quebrado... O que é mais estranho? Seria...o que Deus quer disso tudo? Onde estamos errando e não vemos...e não observamos? Na verdade eu hoje perguntei isso a Deus e disse em seguida: Senhor, quando é que o amor...aquele de verdade...consegue rebater sentimentos tão egoístas e destrutivos? Quando o sentimento vai tomar seu lugar de volta? ... E adivinhem...até agora Ele não me respondeu...  

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Papo de TPM







Dê um pulinho no espaço das Mulheres TPM's e comente! Afinal...quem não tem um House dentro de si???


Escolhas...



Como minha querida Maria Inês "reclamou" que estava com saudade das minhas doideiras, resolvi falar por aqui rapidinho...Ausência né? E reza a boa lenda de um blogueiro que um espaço destes só se mantém em alta quando bem atualizado. Me perdoem...falta de tempo e de cabeça. Mas sempre é tempo de falar sobre os assuntos que me vem à cabeça... Escolhas. Sempre temos que fazê-las...uma merda isso! Comigo, quando tenho que fazer uma escolha, sempre é uma situação chata do tipo "ai Deus, será que este caminho vai suprir o que acho de legal no outro?" . Sempre! 

Gosto quando faço essas escolhas bem racionalmente. De um jeito correto...posso até não estar embasada em toooodos os detalhes que deveriam me tirar qualquer dúvida sobre a minha escolha, mas estou sempre completamente influenciada pela minha boa intuição. Minha intuição aliás tem sido uma grande, grande amiga... Consigo sentir o que tenho que fazer e pensar pouco sobre a questão de "é o correto?"...Sempre é o correto...

Super sou a favor que suas escolhas sejam feitas com o coração misturado com a cabeça. Que a sua opção venha sempre com sentimento de sinceridade consigo mesmo. Por muitas vezes são muito difíceis essas tais escolhas, esses dois ou três (ou dezenas) caminhos que sempre são "encantadores de serpentes"... por isso fica a dica: deixe o coração falar um pouco mais alto...e deixe ser guiado...vale à pena! 

That's all folks!

domingo, 10 de abril de 2011

Simpatia pelo Diabo

 Assim como não há paraíso que não seja um pouco monótono, não há inferno que seja um pouco excitante. Ou muito excitante. O diabo tenta, o diabo incomoda, o diabo perturba, o diabo veste Prada. Os bonzinhos são ótimos mas tem um guarda roupa neutro demais.

Martha Medeiros

quarta-feira, 30 de março de 2011

Meu maior amor...





Sou de uma sensibilidade besta. Sim, já cheguei a esta conclusão: sou uma abestalhada emocional! Lembrei de um papo sobre filhos que tive com uma grande amiga...e cá estou eu emocionando sozinha...alááá a besta!

Não tenho mais um horizonte de ter um filho. Claro que posso adotar, lógico...falo de tê-lo, senti-lo crescer e tal. Viver essa experiência que penso, deve ser a mais incrível possível desse mundão de meu Deus todinho. Sempre tive um sonho bestão, mas tão meu, tão sincero... Ter uma pessoa que amo ao lado (com tooooodo meu amor), uma casa (nada de apartamento), um jardim bem verdinho , dois cachorros e um filhote fofo correndo por este jardim. Vontade de acordar dia de domingo e todo mundo em cima da cama vendo desenho...tentando tomar café (porque uma criança não deixaria nunca isso acontecer num clima tranquilo, rsrs).

Uma coisa tão simples né?  Sempre achei que fosse... eu sou uma pessoa muito simples...

Inté folks!