Meu querido jornalzinho...



Poucos sabem, mas enquanto publicitária, nunca fui chegada à uma agência de Publicidade. Apesar de ter trabalhado em duas no Rio, meu negócio sempre foi veículo. Com bons anos no Jornal do Brasil e no O Globo (e uma desistência, por preferir ir morar em Salvador na época, do Jornal O Dia), vi que mídia impressa é minha paixão. Ontem li uma matéria que me deixou tristinha, mas já esperava isso há tempos: o faturamento publicitário cresceu (em 1 bilhão e alguns trocados) , menos para o jornal.  Perda de share de 3% ( o que é muito com tanta da concorrência), o jornal baixou faturamento notoriamente com queda de 14%. 

Como a velha piada do português, aquela que todos conhecemos, já era de se esperar que a Internet fosse a campeã de crescimento (apesar de eu ainda não me dobrar, por exemplo, à eficiência do Twitter). Enfim, TV aberta, por assinatura, revista, mídia externa, tudo cresceu e bastante! E por incrível que me pareça, a TV aberta cresceu mais que a fechada. Bom, a única mídia que se manteve igual foram as salas de cinema...portanto ainda existe vida por lá! 


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