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Estranho é saber que você esteve aqui comigo, por tempo demais quem sabe? Que te ajudei quando pediu colo de madrugada, quando se viu às claras e entendeu que aquela não era você...e eu solícita carpindo as dores alheias e esquecendo da minhas, vãs taquicardias, táxis emprestados, choros convulsivos...

Anos depois. Reencontros inevitáveis, quando se torna sórdido saber que as pessoas se vão caprichosas...saber que quando ocorre o que poderia teorizando denominar de pseudo-reencontro-estético, esquecem das dores antigas e se reinventam, com novas esperanças falíveis como tudo que constitui o humano.

Aprende essa falta como diria Caio Abreu. Ninguém cura, esse vazio retorna e dói...Não caríssima, não estou sendo cruel, estou apenas mastigando lembranças, lambendo feridas e me redimindo do que nunca entendi, vomitarei em seguida...e quando baterem novamente à porta, esperando a mulher pródiga em contar histórias...direi profunda: “respostas eu não tenho nem pra mim”...


2 Pode comentar aqui e surtar junto comigo!:

Caroline Leite disse...

Owww *_______________*
nem sei o que comentar.
Bjooo =*

Eli disse...

Parte dois da recuperação. E continuando a subir ....rsrs
A cordinha continua de plantão!
Beijos grandes