E eis a Coca no Social...


Confesso: me viciei na coca zero! Não quero saber de outro líquido mais. E eu que paguei até promessa pra me livrar disso. Mas não deixei os céus com raiva, já que a promessa foi para a coca normal. A Zero nem existia ainda! Oxe, oxe!


Em primeiro lugar (seguida por Iphone, Mc Donald’s, Sonny, Apple, Adidas, Nokia, Nike, Chevrolet e Skol) a Coca permanece no topo do Índice do Mercado das Mídias Sociais (Imms) da agência Frog. O estudo vem dos hábitos dos internautas brasileiros.

Não deixa de ser interessante..


Ahhh, outra coisa que não deixa de ser surreal: Ronaldo de Brahmeiro! Quando dei de cara com ele , levei susto. Ok, entendo que eles pegaram a ótica do “volta por cima e bla bla bla e o cara continua ali, firme e forte no propósito”, mas sinceramente...n desceu gelada! Enfim, não bebo horrores mesmo e detesto Brahma porque me dá profunda dor de cabeça...





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E Bob é o único que se salva...



Vi Monster vs Aliens. Animadíssima no começo (porque graças não andam mais fazendo desenhos pra crianças desde Toy Story), mas nos primeiros 15 minutos tudo foi por água abaixo. Gente, é completamente surreal (já tinham me avisado)! Só que vamos rebobinar a fita e lembrar: Monsters & Cia também é surreal e muuuuuuito bom! Uma pérola...já este...só se salva por causa de Bob (me avisem quando Mc Donald's colocar à venda que vou comprar). Gente o que é Bob que se apaixona por uma gelatina sabor limão?

Bob é tudo e tenho dito!

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Dia do Beijo chegando...


Pois, pois..segunda é o Dia do Beijo... (hunf)! Bueno, em NY as pessoas não são muito chegadas a beijos públicos (olha que eu achei que era exatamente o contrário). Assisti um especial do Dia do Beijo no programa Lugar Incomum no MSW.

Duas coisas interessantes:

· Matchmakers: cupidos especializados em encontrar casais. E não to falando de Amor Perfeito não. Nada de internet, pelo menos para os futuros pombinhos. O Matchmaker conversa com o desesperado(a), pergunta N coisas, estuda sua personalidade, observa seus gostos e objetivos em uma relação e , com um big arquivo de outros desesperados , filtra e combina as infos. E voilà: temos o primeiro encontro!

· Existe um grupo de artistas performáticos (em um total de 14) que pedem para que mandem para o e-mail central, histórias tristes e pesadas . Eles observam onde existe um acúmulo maior de “desgraça”, e escolhem cidades e roteiros. Estão em Manhatan ultimamente. E fazem uma fila (todos de branco) e distribuem abraços amorosos e confortáveis (mesmo se você não foi um dos e-mails desgraçados que chegou para eles)...Não tem beijo, mas já é alguma coisa né?

That’s NY!




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Enfim, eis-me de volta...



Para os amigos antiiiigos que me cobravam o retorno a um blog pra lá de velho, cá estou! E melhor: de blog novo!
Como o próprio nome diz, seja lá o que for, o que eu tiver vontade de falar por aqui (so sorry a quem não gostar) , será postado, escrito, vomitado...rs.

E pra começar nesta Sexta Santa (que fiz um almoço bem light e gostosinho), escolhi uma crônica de Martha Medeiros porque bateu de frente com um filme que ADOREI. Estava em SSA na época da pré-estreia de " Divã", com Lilia Cabral. Filme baseado no livro da própria Medeiros. 
Eu, apaixonada pela escritora, esperei tudo e um pouco mais. E foi o que rolou! LINDO filme! Indico 25 vezes mais a cada um, rs. Emocionante e hilariante...

Segue o texto de Martha Medeiros (deixa de preguiça...leia que vale)

"Tenho viajado pra lá e pra cá acompanhando algumas pré-estreias do filme Divã, baseado no meu livro homônimo. Delícia de tarefa, ainda mais quando a gente gosta de verdade do trabalho realizado, e esse filme realmente ficou enxuto, delicado e emocionante. Além disso, ainda consegue me provocar. A personagem Mercedes (vivida pela incrível Lilia Cabral) está fazendo análise e leva pro consultório muitos questionamentos sobre sua vida. Até que, passado um tempo, finalmente relaxa e se dá conta de que não há outra saída a não ser conviver com suas irrealizações. Diante disso, o analista sugere alta, no que ela rebate: “Alta? Logo agora que estou me divertindo?”


Eu tinha esquecido dessa parte do livro, e quando vi no filme, me pareceu tão cristalino: um dos sintomas do amadurecimento é justamente o resgate da nossa jovialidade, só que não a jovialidade do corpo, que isso só se consegue até certo ponto, mas a jovialidade do espírito, tão mais prioritária. Você é adulto mesmo? Então pare de reclamar, pare de buscar o impossível, pare de exigir perfeição de si mesmo, pare de querer encontrar lógica pra tudo, pare de contabilizar prós e contras, pare de julgar os outros, pare de tentar manter sua vida sob rígido controle. Simplesmente, divirta-se.

Não que seja fácil. Enquanto um corpo sarado se obtém com exercício, musculação, dieta e discernimento quanto aos hábitos cotidianos, a leveza de espírito requer justamente o contrário: a liberação das correntes. A aventura do não-domínio. Permitir-se o erro. Não se sacrificar em demasia, já que estamos todos caminhando rumo a um mesmo destino, que não é nada espetacular. É preciso perceber a hora de tirar o pé do acelerador, afinal, quem quer cruzar a linha de chegada? Mil vezes curtir a travessia.

Dores, cada um tem as suas. Mas o que nos faz cultivá-las por décadas? Creio que nos apegamos com desespero a elas por não ter o que colocar no lugar, caso a dor se vá. E então se fica ruminando, alimentando a própria “má sorte”, num processo de vitimização que chega ao nível do absurdo. Por que fazemos isso conosco?

Amadurecer talvez seja descobrir que sofrer algumas perdas é inevitável, mas que não precisamos nos agarrar à dor para justificar nossa existência."

Bises crianças!
Drips


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