Olhando o mar e ouvindo Jhon Mraz



Sexta eu andei, andei, andei e parei na areia...fiquei um bom par de horas olhando o mar. Obviamente pensando em um monte de coisas que merecem ser resolvidas, encaradas ou tão somente apagadas do meu pensamento.

Foi uma noite de ouvir Jhon Mraz e Dido. "I'm Yours" e "Thank you" sempre representam bem mais quando estou frente ao mar. Sei lá porque, mas é fato. Ouvi repetidas vezes...cantava alto. As pessoas passavam por mim meio "doida total a moça". Enfim, consegui relembrar vários fatos que rolaram comigo desde sempre, pessoas, ações completamente erradas minhas e dos outros (para comigo) e tantas coisas mais.

Começou aquela chuvinha fraca e eu fiquei la , parada, sentindo o vento (que embaraçou horrores meu picollo cabelo) e ouvindo Dido again me dizendo obrigada! A questão é uma só: as pessoas não mudam ou se transformam no que a gente quer. Ou seja, isso também serve para nós mesmos. Não tem porquê a gente se transformar ou mudar além da conta por ninguém neste mundo. A aceitação tem que existir independente de qualquer coisa. Sem cobranças ou afins. Pra que mudar horrores ? Você quer isso? Se sim, ok...se vai te fazer bem ok...se for só pra agradar qualquer ser humano na vida, esqueça!

Esta contemplação de sexta à noite me disse e deixou claro uma coisa: Eu ando precisando cuidar MUITO mais de mim....

Ótimo domingo folks!

3 Pode comentar aqui e surtar junto comigo!:

Caroline. disse...

Nunca fiquei de frente pro mar "/
Que triste isso né? sajhasuashsau
Beijão =*

Anônimo disse...

Olha eu aí de novo! Pois é Drix, lhe digo que tbm gosto muito de andar na praia, especialmente quando estou chateada, triste, pensativa ou mesmo alegre. E vou ter que concordar quanto a mudanças/aceitações...Mudamos quando amamos juntos. É preciso saber viver bem diz a letra do Rei Roberto C. e cuidar muito bem de nós.
"Amar não é aceitar tudo. Aliás: onde tudo é aceito, desconfio que haja falta de amor." (Vladimir Maiakovski) Bj

Maria Inês disse...

Boa reflexão.

Um forte abraço Drix
Até sempre

Maria Inês Gonzalez