A saudade não deve parar ninguém...



Esta criatura se chama Anelise...para mim, sempre Nilise. Morreu? Quiiiii... vive pulando de continente em continente e vez ou outra dá passadinha em terras tupiniquins para matar a saudade de todos. Não é um tributo à Anelise... até porque a mulher virou suiça e continua a MESMA pessoa de sempre. Se você passou por aqui conhece a criatura e ela mudou contigo...oxe, vá resolver com ela! Comigo ela continua a mesmíssima pessoa desde sempre...

Por que a foto dela aí? Simples... parei para pensar como tudo é rápido né? Entrei no face de Nilise pra dar esporro nela pelo sumiço, mas dei de cara com a morte de um amigo dela de repente (assalto). Coisas que não tem jeito povo: faz a gente parar para pensar em quanto frágeis nós somos. 

E comecei a lembrar da época da faculdade onde Ane era meio que "uma liga" de um grupo muito doido e feliz de sete (sete?) mulheres e alguns agregados super bem vindos. Eu, Olhos, Elaine, Ana Paula, Ane, Simone e Paty. Os agregados iam e vinham, mas o grupo era fechado...não dava para entrar..apenas agregar. E era massa! Rolavam brigas, claro! Ciúme era palavrinha fácil, mas só o fim da faculdade conseguiu separar essas pessoas. A vida, filhos, casamentos, capitais diferentes, noivados, whatever...não rolaram brigas de "divórcio"...imagino eu né? Algumas das seis se ler isto aqui, me corrija...hehehe. Mas imagino que não... e Ane era esta "peça de liga" que tínhamos. Por mais que dentro do grupo formássemos duplas e trios até, quando tinha nossas festinhas lá na Estrada do Rio Grande, lá estávamos as sete!

E no final da história, hoje eu tenho um contato maior (mesmo que em outro continente) com Ane... sabe aquelas amizades que não tem jeito de mudar? De se manifestar de outra forma? Não tem jeito... Amo num grau essa criatura que fica difícil explicar. Não este não é um post de "Amo Nilise", não. Apenas incluí isto porque para mim Ane representa a MELHOR época da minha vida. Uma época que a gente ria à toa, falava mal das roupinhas absurdas que frequentavam a faculdade (claro, que nós sete sempre estávamos super bem vestidas na opinião do grupo, hehehe)... uma época distante do que sinto hoje em dia. Não, não vivo triste nem em lamúrias, mas não dá pra negar que relacionamento NENHUM, nem NENHUM outro momento me fez tão, mas tão feliz.... por ser tão simples, tão gostoso de viver, tão fácil como a faculdade. Quatro anos memoráveis, compartilhados, intensos...de gargalhadas a litros de choro, no grupo tudo rolava! 

Dá para chegar a seguinte opinião: momentos mágicos não voltam. O que guardamos deles é a memória e algum ensinamento (se eles tiverem). Por isso ter saudade não é viver no passado. Continuo achando saudável essa tal da saudade, mas completamente dispensável o posicionamento de qualquer criatura "viver" nela. E o presente? Porque o futuro folks...na boa... nem eu nem vocês sabemos se virá bater à nossa porta... Fatão! 

E são nestes domingos de pensamentos sérios , vale à pena pensar que tudo pode acabar de uma hora pra outra. É a lei da vida... e me pergunto agora: por que perder tempo com dores, desamores, situações que não vão nos acrescentar nada em nossas vidas? É fácil falar né? Concordo...difícil demais colocar isso em prática e admitir que ciclos terminam, que a vida continua e que você não pode parar. Então é hora de continuar a pensar que tudo pode ser diferente a partir de hoje! Não precisa esperar o 31 de Dezembro para fazer pedidos a Iemanjá e acreditar que o Novo Ano será super! Pra que perder tempo? 


Ótima semana para todos nós folks!

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